Estou iniciando um curso de matemática para interessados em prestar concursos públicos em São Paulo. No ano de 2009 dei aulas de matemática para muitos concursandos e acabei desenvolvendo um método muito eficiente para uma rápida assimilação de conteúdos matemáticos, além de dicas e macetes aprendidos com pessoas que já passaram em concursos públicos.
O site para conhecer um pouco mais sobre o curso é o http://www.reducare.com.br.
Conto com a visita de todos.
]]>O Google Wave, para quem ainda não está por dentro, é uma ferramenta parecida com um email convencional mas com várias características inovadoras. Os desenvolvedores do Google Wave chamam cada “conversa” de Wave (onda). Cada wave está centralizada, ou seja, ela não precisa ser enviada. É como se fosse um documento que pode ser editado por qualquer pessoa que fizer parte daquela Wave. Essa edição acontece em tempo-real e pode ser visualizada caracter por caracter pelos outros participantes que fizerem parte dessa wave.
Muito complicado? Bom, sem ter como testar e não ver o vídeo de apresentação fica meio complicado. Mas a ferramenta não me parece muito difícil de ser aprendida como muitas pessoas vêm dizendo. Achei muito simples e inovadora.
Abaixo, está o vídeo de apresentação do Google Wave:
Para encontrar os brasileiros que estão utilizando o Google Wave, você pode acompanhar no twitter o waveBr. Ele passou a lista de brasileiros que já utilizam esse novo serviço do Google.
Só um detalhe, o Google Wave é totalmente opensource. Isso para que desenvolvedores do mundo todo possam ajudar com robots, gadgets e até onde a imaginação permitir.
]]>Watch the Google Wave presentation video.
Por exemplo:
font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;
Podemos dizer que o exemplo acima se refere a uma sequência sem muitas alternativas. Abaixo seguem 8 sequências de fontes, dependendo do estilo desejado, e que se adaptam a qualquer computador e plataforma.
Essas 8 sequências foram pensadas da seguinte forma:
fonte exata, alternativa mais próxima, alternativas em várias plataformas, escolha universal (presente em todas as plataformas), genérica
Também foi pensada utilizando:
fontes de Windows, fontes de Mac, fontes de Linux, universais, genéricas
Abaixo o resultado:
Sequência Times New Roman (serif)
font-family: Cambria, "Hoefler Text", Utopia, "Liberation Serif", "Nimbus Roman No9 L Regular", Times, "Times New Roman", serif;
Sequência Georgia (serif)
font-family: Constantia, "Lucida Bright", Lucidabright, "Lucida Serif", Lucida, "DejaVu Serif," "Bitstream Vera Serif", "Liberation Serif", Georgia, serif;
Sequência Garamond (serif, mais tradicional)
font-family: "Palatino Linotype", Palatino, Palladio, "URW Palladio L", "Book Antiqua", Baskerville, "Bookman Old Style", "Bitstream Charter", "Nimbus Roman No9 L", Garamond, "Apple Garamond", "ITC Garamond Narrow", "New Century Schoolbook", "Century Schoolbook", "Century Schoolbook L", Georgia, serif;
Sequência Helvetica/Arial (sans serif)
font-family: Frutiger, "Frutiger Linotype", Univers, Calibri, "Gill Sans", "Gill Sans MT", "Myriad Pro", Myriad, "DejaVu Sans Condensed", "Liberation Sans", "Nimbus Sans L", Tahoma, Geneva, "Helvetica Neue", Helvetica, Arial, sans-serif;
Sequência Verdana (sans serif)
font-family: Corbel, "Lucida Grande", "Lucida Sans Unicode", "Lucida Sans", "DejaVu Sans", "Bitstream Vera Sans", "Liberation Sans", Verdana, "Verdana Ref", sans-serif;
Sequência Trebuchet (sans serif)
font-family: "Segoe UI", Candara, "Bitstream Vera Sans", "DejaVu Sans", "Bitstream Vera Sans", "Trebuchet MS", Verdana, "Verdana Ref", sans-serif;
Sequência Impact (sans serif, “pesada”)
font-family: Impact, Haettenschweiler, "Franklin Gothic Bold", Charcoal, "Helvetica Inserat", "Bitstream Vera Sans Bold", "Arial Black", sans-serif;
Sequência mono-espaços (estilo máquina de escrever)
font-family: Consolas, "Andale Mono WT", "Andale Mono", "Lucida Console", "Lucida Sans Typewriter", "DejaVu Sans Mono", "Bitstream Vera Sans Mono", "Liberation Mono", "Nimbus Mono L", Monaco, "Courier New", Courier, monospace;
Fonte: sitepoint
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Quem gosta de resolver aqueles passatempos de lógica das revistas “COQUETEL”, vai adorar essa dica muito legal de puzzles de lógica para passar o tempo na web. É o site Conceptis Puzzles.
São 5 tipos de passatempos muito bacanas para quem gosta de lógica e de se divertir.
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Seria cômico… Mas é trágico…
O retrato da juventude que dita o futuro de um país.
O desrespeito, a certeza de impunidade, o desaforo…
Leia a notícia original aqui.
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O título desse post deveria ser Por que EU invisto em ações.
Fiquei pensando os motivos que me levaram a investir em ações para tentar estimular aqueles que pensam na possibilidade de investir também.
O primeiro e maior motivo é o rendimento superior a outros tipos de aplicações.
É muito fácil verificar que ao longo dos anos, o rendimento das ações de empresas sólidas como a Petrobrás, Vale do Rio Doce e Gerdau superou muito a valorização de fundos e da poupança. Mas por quê isso? Investir em ações é comprar um pedaço dessas empresas e usufruir dos investimentos e do crescimento dessas empresas. Essas empresas cresceram muito ao longo dos anos, portanto, os seus acionistas tiveram a participação e recebem por esse crescimento.
O segundo motivo pelo qual invisto é o aprendizado.
Além da possibilidade de rendimentos grandes, um outro fator que me motivou a investir em ações foi a chance que tive de aprender como investir em ações. O importante nesse momento foi vencer o medo de se aventurar por um mundo desconhecido. Vencendo as barreiras iniciais, percebe-se que é muito prático e simples investir em ações.
Segui os seguintes passos para começar a investir:
O terceiro motivo que me levou a investir foi a diversificação de investimentos.
O último motivo para investir em ações foi uma alternativa de investimento. Não queria deixar 100% do meu dinheiro em apenas um banco, em um fundo. Sempre há a possibilidade de uma quebra do banco e aí perde-se todo o dinheiro investido. Pensando nisso, peguei parte do dinheiro que tinha guardado e usei para comprar ações. Entretanto, assim como investir em um único banco em um único investimento é arriscado, colocar todo o dinheiro em uma única ação é achar que nada de ruim pode acontecer com a empresa correspondente a ação. Portanto, o segredo é diversificar, mesmo ao comprar ações.
Leia a matéria da Você S/A sobre a Bolsa de Valores.
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O Kayuda é mais um serviço para desenhar mapas mentais e organizar suas idéias.
Abaixo 2 screenshots:


Uma alternativa para o MindMeister, já comentado aqui. O MindMeister tem uma interface muito mais bonita, mas como não sou especialista em mapas mentais, não vou deixar nenhuma opinião sobre as características e funcionalidades de cada um e vou deixar para que vocês escolham o melhor
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MindMeister é uma ferramenta online para criação de mapas mentais. Com aquela famosa cara Web 2.0, esse serviço parece ser uma mão na roda para quem costuma utilizar esse tipo de metodologia para organizar idéias.
E para quem quer fazer mapas mentais com a colaboração de outras pessoas, o MindMeister possibilita a edição com a ajuda de mais de um usuário ao mesmo tempo.
Na página inicial, você pode testar um demo da aplicação para ter uma idéia de como é o serviço oferecido pela empresa:

Achei o serviço muito útil para quem se utiliza desta técnica. Se você é um desses e quiser testar o serviço, fique à vontade para deixar um comentário sobre o que achou do MindMeister.
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Terça-feira, primeiro de maio de 2007. Dia internacional do trabalho.
Em 21 de abril de 1856, na Austrália, trabalhadores reivindicando melhores condições de trabalho rumaram da Universidade de Melbourne até o Parlamento da Austrália. Essa revolta deu origem ao Dia do Trabalho.
O dia 1 de maio mais uma vez é marcado na história, mas dessa vez na história da Internet. O site Digg ao receber uma chave de criptografia para que usários Linux pudessem tocar HD-DVDs, retirou do ar o artigo.
A revolta foi grande e centenas de posts contendo a chave: (09-f9-11-02-9d-74-e3-5b-d8-41-56-c5-63-56-88-c0 ) apareceram no digg em artigos e comentários, cada um com um tema diferente mas sempre contendo a seqüência. Em pouco tempo, o Digg se tornou uma página contendo centena de artigos sem muito sentido, mas todos contendo a “poderosa” chave. Ou seja, foi impossível conter a informação e a repercussão foi bem maior do que seria se não tivesse ocorrido a censura.
Kevin Rose, percebendo a situação e as conseqüências, escreveu no blog do digg uma nota sobre o acontecimento.
Enfim, a luta foi em vão. A revolta “popular” se sobrepôs às decisões de um site. Isso demonstrou a força de uma luta em conjunto. Mostrou também que a internet ainda é nova e repleta de possibilidades de reivindicações e protestos.
Aonde vamos chegar com isso, só o tempo dirá. Mas essa foi uma amostra do que pode acontecer e do poder da informação que circula livremente pelos quatro cantos do mundo nesse mundo virtual (solo fértil para revoltosos).
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Cylive é uma plataforma colaborativa onde os usuários podem publicar fotos, artigos, videos e textos, organizá-los em categorias e definir permissões de acesso a esses conteúdos.
A princípio, o cylive lembra um site no estilo digg. Entretanto, ao navegar com mais cuidado, percebemos que ele tem seu estilo próprio.
Algumas características que o torna único são:
Tive a impressão que o serviço ainda está no início, então o conteúdo é limitado e, pelo o que eu pude perceber, só em inglês. Mas acredito que seja um serviço promissor e, com mais algumas modificações pode se tornar uma nova onda no mundo virtual.
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Fotowoosh é um site que promete transformar suas fotos bidimensionais em animações 3D. Veja abaixo 2 exemplos:


A empresa que estará liberando o acesso para os usuários dentro de uma ou duas semanas, diz que as pessoas poderão enviar suas imagens normais e o software irá analisar a foto, dividi-la em pedaços e retornará uma animação em Flash com sua foto em teceira dimensão. Na verdade, a imagem em 3D será uma figura no formato VRML (em breve o VRML será interpretado pelos navegadores), mas eles irão disponibilizar animação em Flash.
Sinceramente eu duvido um pouco da eficiência desse software com qualquer foto. Até acho que ele deva funcionar com fotos mais simples, no entanto, com as mais complexas, creio que veremos resultados bem estranhos.
Fonte: Techcrunch
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Em breve, o Spock irá encontrá-lo. Essa é a promessa de um novo serviço de busca que está prestes a ser lançado. O Spock será um serviço que irá procurar por pessoas na internet. Por exemplo, ao procurar “Fórmula 1″ nesse buscador, os resultados que você obterá serão: Michael Schumacher, Ayrton Senna, Juan Manuel Fangio…
Para que ele funcione bem, os usuários poderão contribuir colocando as tão famosas tags nas pessoas e votando em quais são mais adequadas e fazem mais sentido para cada resultado.
Segundo os fundadores do site Jaideep Singh e Jay Bharti, o banco de dados que será lançado contará com mais de 100 milhões de pessoas. Uma outra característica que me chamou a atenção quando eu estava lendo sobre o Spock no artigo da Webware, foi a possibilidade que o usuário terá de solicitar a “autoridade” sobre o seu perfil. Ou seja, se você se achar no site, você poderá ter direitos sobre os seus dados, o que me parece bem justo…
Me parece que será um serviço útil e que poderá logo se tornar um sucesso. Vamos aguardar.
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O fauxto é um editor totalmente desenvolvido em Flash. Repleto de recursos interessantes e uma interface muito familiar para quem usa o Photoshop. Tem a cara de uma aplicação instalada no desktop.
O phixr é um editor com possibilidade de aplicação de filtros, bem fácil de usar e com interface amigável. Já comentado nesse outro post.
Na minha opinião, o picnik é o melhor aplicativo online para editar fotos. Tem uma interface muito prática e versátil para o usuário. Botões simples, claros e com muitas funcionalidades. Tem regulagem na quantidade de efeito que você queira colocar na foto que está sendo editada. Integra com o flickr e Picasa.
O picture2life é um editor com uma interface bastante simples para usuários que não precisam de muitos recursos. Pode-se dizer que é o mais simples para aplicar efeitos como brilho, saturação, preto e branco.
O pixenate é muito parecido com o picture2life. Os dois têm poucos recursos, mas são extremamente simples para um usuário menos exigente e que queira uma cara de internet mais tradicional.
O pixer.us tem a cara da Web 2.0 (degradê e termina com .us.). Os botões com as opções de crop, rotate, resize lembram o estilo das opções do flickr. Simples e eficiente. Entretanto, sem muitas opções.
O snipshot é um editor com uma interface bem agradável, como a do picnik. Entretanto, conta com menos recursos que este. Extremamente simples, como todos os outros editores e com recursos limitados porém eficientes.
O wiredness se parece muito um programa instalado no desktop. Ele tem aquele menu de File, Edit, etc.. como os aplicativos instalados no desktop. Pode-se dizer que é bastante indicado para quem quer ter a sensação de que está num aplicativo convencional. Gostei muito da facilidade de usar do wiredness. E como disse um amigo, wiredness é um anagrama de “weirdness”. Essa foi muito boa!
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Alguém já ouviu falar em Bligets?
Os bligets são listas de itens favoritos que podem ser compartilhados e colocados no seu blog ou site. Quando você entra no site do bligets e começa a criar as suas listas de itens, logo você pode encontrar pessoas com os mesmos itens nos seus bligets. E, desse modo, você também pode ver as listas de bligets desses usuários.
Me pareceu um conceito bastante interessante de conectar pessoas com os mesmos interesses e compartilhar links e informações. Usando-se de AJAX, tags e conceitos de colaboração, podemos classificá-lo como mais um serviço Web 2.0.
Vamos só ver se vai pegar.
Abaixo um bliget que acabei de criar para testar:

Abaixo o correspondente, gerado direto do Bligets, mas com o meu layout:
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Phixr é mais um editor gratuito de fotos online.
Tem os recursos básicos: crop, brilho, rotação, remoção de olhos vermelhos, preto e branco, sepia, remoção de noise. Tem também filtros que podem ser aplicados às fotos.
Conta com opções de exportar as fotos nos formatos JPEG, PNG, GIF, ou ainda em PDF.
Sempre antes de aplicar as alterações, ele mostra um thumbnail como que a foto ficará.
Achei ele um tanto quanto lento para aplicar as modificações que eu ia fazendo na fotos, mas nada que canse muito. Tem uma interface bastante simples e simpática para se trabalhar com as fotos. Vale a pena conferir.
Abaixo alguns screenshots:


O site Professional on the Web disponibiliza um espaço ilimitado para freelancers ou empresas de design disponibilizarem seus trabalhos.
Como a maioria dos serviços do tipo “Web 2.0″, o site se intitula beta e a organização de assuntos é feita por tags.
Nesse momento, pelo o que eu pude ver no site, existem 7 brazucas com seus trabalhos no site.
São eles:
Anderson Oliveira, Fabio Chaves, Worket Studio, mofo, Armando Louder, Carlos Eduardo de Souza e o Juanito.
Coloque o seu lá também. Me pareceu um ótimo local para divulgar seu trabalho e ser observado no mundo todo.
]]>Nas minhas andanças por esse mundo interessante de aplicativos web, acabei encontrando uma boa alternativa para quem costuma fazer diagramas, fluxos e outros desenhos. É o Gliffy.
Uma das características que mais gostei no Gliffy foi a possibilidade de exportar o desenho no formato SVG, ou seja, um formato de desenho vetorizado. Desse modo, pode-se trabalhar na figura com algum editor como o Corel Draw ou o Inkscape e não perder as características do diagrama/desenho.
O Gliffy é gratuito para os 3 primeiros desenhos, que serão não-compartilhados, o que significa que a partir do quarto desenho que você fizer, qualquer usuário poderá acessá-lo. Sinceramente, não acho isso uma característica negativa.
Veja abaixo algumas das possibilidades com o Gliffy:



Uma alternativa gratuita para o Visio e programas similares.
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Um serviço gratuito e muito interessante para catalogar seus livros on-line é o LibraryThing. Com ele, é possível catalogar de uma maneira muito fácil seus livros. Basta procurar o título e adicionar a sua lista. Ele faz uma pesquisa na Amazon, ou em outras 70 bibliotecas do mundo inteiro.
Depois de adicionado, você pode avaliar, deixar algum review. E apesar de o site estar todo em inglês você encontra títulos em português.
Quem quiser ver o meu catálogo que acabei de criar para teste, basta acessar o endereço:
http://www.librarything.com/catalog/ricalamino
Além dos recursos básicos, ainda há uma série de outros como:

O serviço é gratuito para 200 livros. Se quiser colocar mais livros, basta pagar 10 dólares por ano ou 25 dólares uma vez apenas, para ter o serviço para sempre.
Enfim um ótimo serviço Web 2.0 que vale a pena conferir.
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