Google Wave e os brasileiros

2 de setembro de 2009


Já temos algumas dezenas de brasileiros usando o Google Wave, maior promessa do Google para esse ano. Mas o que é o Google Wave?

O Google Wave, para quem ainda não está por dentro, é uma ferramenta parecida com um email convencional mas com várias características inovadoras. Os desenvolvedores do Google Wave chamam cada “conversa” de Wave (onda). Cada wave está centralizada, ou seja, ela não precisa ser enviada. É como se fosse um documento que pode ser editado por qualquer pessoa que fizer parte daquela Wave. Essa edição acontece em tempo-real e pode ser visualizada caracter por caracter pelos outros participantes que fizerem parte dessa wave.

Muito complicado? Bom, sem ter como testar e não ver o vídeo de apresentação fica meio complicado. Mas a ferramenta não me parece muito difícil de ser aprendida como muitas pessoas vêm dizendo. Achei muito simples e inovadora.

Abaixo, está o vídeo de apresentação do Google Wave:

Para encontrar os brasileiros que estão utilizando o Google Wave, você pode acompanhar no twitter o waveBr. Ele passou a lista de brasileiros que já utilizam esse novo serviço do Google.

Só um detalhe, o Google Wave é totalmente opensource. Isso para que desenvolvedores do mundo todo possam ajudar com robots, gadgets e até onde a imaginação permitir.


assuntos: google, google wave, internet, opensource, tecnologia, web 2.0 — Ricardo Alamino @ 11:07 am

8 sequências definitivas de fontes para usar no seu site

6 de março de 2009


Sabe aquela sequência de fontes que colocamos nos sites para criar um estilo de tipografia?

Por exemplo:

font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;

Podemos dizer que o exemplo acima se refere a uma sequência sem muitas alternativas. Abaixo seguem 8 sequências de fontes, dependendo do estilo desejado, e que se adaptam a qualquer computador e plataforma.

Essas 8 sequências foram pensadas da seguinte forma:

fonte exata, alternativa mais próxima, alternativas em várias plataformas, escolha universal (presente em todas as plataformas), genérica

Também foi pensada utilizando:

fontes de Windows, fontes de Mac, fontes de Linux, universais, genéricas

Abaixo o resultado:

Sequência Times New Roman (serif)
font-family: Cambria, "Hoefler Text", Utopia, "Liberation Serif", "Nimbus Roman No9 L Regular", Times, "Times New Roman", serif;

Times New Roman

Sequência Georgia (serif)
font-family: Constantia, "Lucida Bright", Lucidabright, "Lucida Serif", Lucida, "DejaVu Serif," "Bitstream Vera Serif", "Liberation Serif", Georgia, serif;

Sequência Georgia

Sequência Garamond (serif, mais tradicional)

font-family: "Palatino Linotype", Palatino, Palladio, "URW Palladio L", "Book Antiqua", Baskerville, "Bookman Old Style", "Bitstream Charter", "Nimbus Roman No9 L", Garamond, "Apple Garamond", "ITC Garamond Narrow", "New Century Schoolbook", "Century Schoolbook", "Century Schoolbook L", Georgia, serif;

Garamond

Sequência Helvetica/Arial (sans serif)

font-family: Frutiger, "Frutiger Linotype", Univers, Calibri, "Gill Sans", "Gill Sans MT", "Myriad Pro", Myriad, "DejaVu Sans Condensed", "Liberation Sans", "Nimbus Sans L", Tahoma, Geneva, "Helvetica Neue", Helvetica, Arial, sans-serif;

Helvetica / Arial

Sequência Verdana (sans serif)

font-family: Corbel, "Lucida Grande", "Lucida Sans Unicode", "Lucida Sans", "DejaVu Sans", "Bitstream Vera Sans", "Liberation Sans", Verdana, "Verdana Ref", sans-serif;

Verdana

Sequência Trebuchet (sans serif)

font-family: "Segoe UI", Candara, "Bitstream Vera Sans", "DejaVu Sans", "Bitstream Vera Sans", "Trebuchet MS", Verdana, "Verdana Ref", sans-serif;

trebuchet

Sequência Impact (sans serif, “pesada”)

font-family: Impact, Haettenschweiler, "Franklin Gothic Bold", Charcoal, "Helvetica Inserat", "Bitstream Vera Sans Bold", "Arial Black", sans-serif;

Impact

Sequência mono-espaços (estilo máquina de escrever)

font-family: Consolas, "Andale Mono WT", "Andale Mono", "Lucida Console", "Lucida Sans Typewriter", "DejaVu Sans Mono", "Bitstream Vera Sans Mono", "Liberation Mono", "Nimbus Mono L", Monaco, "Courier New", Courier, monospace;

mono

Fonte: sitepoint


assuntos: css, internet, web 2.0, webdesign — Ricardo Alamino @ 2:35 pm

Kayuda - Outro mapa mental online

17 de maio de 2007


kayuda

O Kayuda é mais um serviço para desenhar mapas mentais e organizar suas idéias.

Abaixo 2 screenshots:

kayuda_1

kayuda_2

Uma alternativa para o MindMeister, já comentado aqui. O MindMeister tem uma interface muito mais bonita, mas como não sou especialista em mapas mentais, não vou deixar nenhuma opinião sobre as características e funcionalidades de cada um e vou deixar para que vocês escolham o melhor


assuntos: internet, web 2.0 — Ricardo Alamino @ 12:49 pm

MindMeister - Mapa mental online

7 de maio de 2007


mindmeister

MindMeister é uma ferramenta online para criação de mapas mentais. Com aquela famosa cara Web 2.0, esse serviço parece ser uma mão na roda para quem costuma utilizar esse tipo de metodologia para organizar idéias.

E para quem quer fazer mapas mentais com a colaboração de outras pessoas, o MindMeister possibilita a edição com a ajuda de mais de um usuário ao mesmo tempo.

Na página inicial, você pode testar um demo da aplicação para ter uma idéia de como é o serviço oferecido pela empresa:

demomind

Achei o serviço muito útil para quem se utiliza desta técnica. Se você é um desses e quiser testar o serviço, fique à vontade para deixar um comentário sobre o que achou do MindMeister.


assuntos: ajax, internet, web 2.0 — Ricardo Alamino @ 11:51 am

A revolta Digg

2 de maio de 2007


policia

Terça-feira, primeiro de maio de 2007. Dia internacional do trabalho.

Em 21 de abril de 1856, na Austrália, trabalhadores reivindicando melhores condições de trabalho rumaram da Universidade de Melbourne até o Parlamento da Austrália. Essa revolta deu origem ao Dia do Trabalho.

O dia 1 de maio mais uma vez é marcado na história, mas dessa vez na história da Internet. O site Digg ao receber uma chave de criptografia para que usários Linux pudessem tocar HD-DVDs, retirou do ar o artigo.

A revolta foi grande e centenas de posts contendo a chave: (09-f9-11-02-9d-74-e3-5b-d8-41-56-c5-63-56-88-c0 ) apareceram no digg em artigos e comentários, cada um com um tema diferente mas sempre contendo a seqüência. Em pouco tempo, o Digg se tornou uma página contendo centena de artigos sem muito sentido, mas todos contendo a “poderosa” chave. Ou seja, foi impossível conter a informação e a repercussão foi bem maior do que seria se não tivesse ocorrido a censura.

Kevin Rose, percebendo a situação e as conseqüências, escreveu no blog do digg uma nota sobre o acontecimento.

Enfim, a luta foi em vão. A revolta “popular” se sobrepôs às decisões de um site. Isso demonstrou a força de uma luta em conjunto. Mostrou também que a internet ainda é nova e repleta de possibilidades de reivindicações e protestos.

Aonde vamos chegar com isso, só o tempo dirá. Mas essa foi uma amostra do que pode acontecer e do poder da informação que circula livremente pelos quatro cantos do mundo nesse mundo virtual (solo fértil para revoltosos).


assuntos: história, internet, web 2.0 — Ricardo Alamino @ 12:45 pm
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