O Second Life e seu poder inimaginável…
O Second Life não é um mundo virtual livre.
A frase acima é uma conclusão óbvia, já que o Second Life pertence ao Linden Lab.
Mas o que isso pode significar ao crescente número de habitantes dessa simulação?
Muitas pessoas estão apostando suas fichas nessa promissora simulação. E vejo que cada vez mais, inúmeras pessoas estão trabalhando e até mesmo ganhando bastante dinheiro no SL. Tais pessoas estão totalmente subordinadas às regras impostas pelos senhores Linden Lab. São as leis impostas desse novo mundo, já que não houve uma discussão para que as regras fossem votadas. NÃO é uma democracia. E os ditadores fundadores da empresa que gerencia o SL estão tendo um poder crescente sobre os habitantes virtuais e conseqüentemente sobre os reais também.
Sabemos que o SL não é apenas um trabalho para muitos. Num futuro muito próximo, as pessoas poderão estar se relacionando, trabalhando, indo à exposições virtuais, cinemas, enfim vivendo nesse novo mundo como no mundo real. E quem faz as regras? Não são os habitantes virtuais, como talvez fosse o mais justo.
Onde isso pode parar? Estamos vendo um surgimento de um poderio enorme que pode culminar num ponto em que as autoridades tenham que intervir de maneira mais efetiva. E, nesse momento, teremos um choque entre o mundo real e o mundo virtual.
Já imaginaram se o mundo real decidir desligar o mundo virtual? Surgirão centenas de desempregados virtuais/reais?
A minha impressão é que o SL jamais deverá ser desligado, e isso significa que a tendência natural é o aumento constante do poder dos seus criadores.
Desse modo, chego a questões importantes: Será realmente bom investir num mundo em que apenas UMA empresa realmente dita as regras? Surgirá algum mundo virtual mais democrático?

