Roberto Marinho Company in Second Life

G2 - A sede da Globo no Second Life

A toda poderosa Globo põe definitivamente os pés no mais promissor mundo virtual já inventado, o Second Life. Foi construído nessa semana o prédio da G2, filha mais nova da G1, a agência e portal de notícias do grupo Globo.

Muitos ainda têm dúvidas se esse novo mundo realmente será útil, mas algumas empresas e instituições estão cada vez mais entrando e se instalando lá. Algumas delas: IBM, Google, Reuters, Globo, Fecomercio (Federação do Comércio de São Paulo), PSDB… O que eles estão vislumbrando que nós não estamos?

Pensem comigo. Qualquer mundo novo, dando certo ou não, o investimento inicial para ter uma terra, um terreno é baixo. E isso não é diferente no SL. Pode-se comprar terras por preços baixos, pensando em valores reais na atual cotação do Linden (moeda local) para o dólar americano.

Se o mundo der certo tais “colonizadores” dessas novas terras serão os primeiros a ter algum tipo de retorno, já que terão lugar privilegiado, podendo vender suas terras por preços exorbitantes, ou ainda, podendo negociar espaços de anúncios, tendo o conhecimento prévio do local… Enfim, os pioneiros serão os que vão se dar melhor financeiramente.

E se não der certo, a perda é pequena, e alguma diversão e notícia já foi garantida.

Será que é a hora de investir um pouco e garantir um espaço nesse local ainda pouco explorado mas que parece promissor? O risco é baixo. Você encara?

Foto: http://www.secondlife.globolog.com.br/

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  • http://www.linkk.com.br/story/6077/ Anônimo

    G2 – Roberto Marinho no Second Life…

    A poderosa Globo põe definitivamente os pés no promissor mundo virtual Second Life. Por que grandes empresas estão investindo nele?…

  • http://www.eduardodireitinho.com Luiz Eduardo

    A Petrobras, uma das maiores empresas do mundo, também – vide nota oficial:
    ” Nesta terça-feira (6/3), a Petrobras dará seus primeiros passos rumo à realidade virtual do Second Life (um ambiente em 3D que propicia interações como o Orkut e o Messenger). A Companhia vai levar ao mundo dos avatares – habitantes virtuais do Second Life – a palestra que promoverá em seu estande no “Proxxima 2007 – Encontro Internacional de Comunicação Digital”. O evento ocorre nos dias 6 e 7 de março, em São Paulo.”

  • http://ricardoalamino.com/ Ricardo Alamino

    Realmente Luiz.

    Até a Petrobrás tá de olho nesse novo mundo. Pode ser apenas marketing, mas pode se tornar algo maior.

    Vamos ficar atentos.

  • Mirage Shan

    Tenho 2 dias no secondlife, gostaria de saber como faço para trabalhar no jogo pra ganhar l$?????

  • http://www.interney.net/?p=9758040 InterNey.Net

    Second Life, grilagem na web e inovação…

    Second Life é um ambiente digital onde as pessoas, representadas por avatares personalizados, podem interagir umas com as outras e com os elementos desse espaço virtual. É parecido com o jogo The Sims com duas diferenças: ao…

  • adriano

    Será que as Organizações Globo virtuais terão as mesmas dívidas que a real e as mesmas relações perversas com o poder enquanto a família proprietária enriquece?

  • http://www.meninodeusaurora.com.br Luiz Domingos de Luna

    deuteronomioarte@bol.com.br
    O Professor Luiz Domingos de Luna aceita a postagem de seus trabalhos em todos veículos que difundem a arte leterária, sem a necessária autorização do autor, porém, é vedado quaisquer contatos com o autor, visto seus trabalhos serem postados para o engrandecimento da epistemologia genética da humanidade.

  • http://revistaaurora.com Luiz Domingos de Luna

    Os Trabalhos do Professor Luiz Domingos de Luna /Poesias/artigos/, aqui, postados. “Autoriza-se o repasse para outros veículos de difusão da arte literária, vedado portanto, quaisquer tipos de contatos com o autor,pois, a finalidade única é o engrandecimento da epistemologia genética da humanidade.” Ao repasse, favor citar a fonte.

  • Deuteronomioarte

    Aos Cuidados – Espaços Públicos
    Luiz Domingos de Luna*
    Desde o período do pleistoceno, na era cenozóica, que o homem rasteja no tapete de seu substrato – o solo terrestre. Esta vertente existencial tem sido o palco dos acontecimentos históricos e base para as intempéries negativistas que sujam as páginas do pulsar vivo nesta bolinha, livre e desprotegida, a vagar num infinito misterioso até o umbral de um pensamento construído ou a construir.
    “Os aptos sobrevivem” tiveram os não aptos, a missão de ficar a disposição como coadjuvantes, no teatro da existência, a esperar a sua própria extinção, fatalidade esta, dito pelo homem e comprovada pelo testemunho da história. Portanto, independente da comprovação da teoria, os fatos, por si só – já denunciam esta realidade imutável.
    São incontáveis os filósofos debruçados sobre este aro –Solo- a permutar debates sobre a existência ou não, do tempo real, pois, o imbróglio sempre a incomodar a inteligência em projeção, visto a curvatura de um universo móvel – Um organismo vivo a planar em matéria, ou mesmo na ausência desta, como uma força desafiadora a mente humana, seja em tempo ido, ou a ir ?
    A grandeza temporal, como um plasma abstrato, tem seu poder de impacto sobre a vida, que no plante terra é luz motriz, logo, ponto de questionamento sempre, vez os seres vivos passarem por escalas bem delimitadas ao seu tempo no carrossel existencial.
    Todo ser humano precisa do campo geográfico para desafiar o seu tempo, sua história, seu marco, sua presença, seus passos, seu mural de convívio interativo, com os demais; portanto, cuidar, zelar, dar brilho a este piso, é na verdade, preservar a extensão humana no espaço tempo; assim, fazer isto, não é nenhum mérito, ou vitória ou qualquer adjetivo, mas sim, uma prova a mais, de que os aptos somente são aptos, por terem buscado o caminho da civilidade, na construção da Civilização Humana.
    (*) Procurar na web

  • Luiz Domingos de Luna

    O Buraco negro dos Dinossauros
    Luiz Domingos de Luna*
    O Paredão do existencialismo humano é uma vertente a dissolver na coluna do espaço tempo, o túnel construído pelo homem, para assegurar a continuidade da vida no mais distinto período da história, ou até mesmo, antes desta.
    A Ciência, em se tratando da extinção dos seres vivos, geralmente, quebra os seus métodos precisos, arraigados, comprovados e parte para teorias vagas, abstratas e pouco convincentes, via de regra, cria um cataclismo do nada, e daí a natureza mais uma vez, a engolir a vida, como uma força devoradora e bestializada de uma fatalidade que aconteceu e que, a qualquer momento, pode acontecer novamente.
    A Gratuidade desta teoria, para explicar o sumiço de milhares de espécies do Planeta Terra, tem uma base religiosa muito forte, com fundamentação teórica no apocalipse e assegurada no campo filosófico da teoria do Caos. Na verdade, os princípios e os ativos que quebraram a parábola existencial, são desprezados, para dar lugar a uma questão de: acreditar ou não; assim, sempre haverá no mínimo duas versões para o mesmo fato. Muitos podem argumentar que quanto maior for o número de versões maior a possibilidade de acertos, pois, é assim que é construída a civilização humana com erros e acertos.
    O problema nasce quando esta idéia é naturalizada no contexto histórico social, pois senão, vejamos: Para alguns cientistas, o aquecimento global é uma realidade inexorável com prejuízo irreversível para o planeta terra, logo se todos os agentes causadores do aquecimento fossem norteados, mesmo assim, o estrago já está feito, pois, é conseqüência de um processo ao longo dos anos.
    Outros, acreditam num aquecimento sustentável, que, as saídas ou resoluções serão aplicadas e tudo não passa de algo que foi solucionado dentro de padrões normais e aceitáveis, em breve espaço de tempo.
    Finalmente, há a corrente, que nem reconhece a existência do Aquecimento Global e, neste buraco negro de idéias, fica fácil, a qualquer dia, a humanidade acordar com o Planeta Terra ocupado por Dinossauros.
    (*) Procurar na web

  • Luiz Domingos de Luna

    O Natal em Aquarius
    Luiz Domingos de Luna*
    Outro dia recebi a notificação para passar o natal em meu planeta natal Aquarius, confesso que fui acometido por uma emoção muito prazerosa, passar as festividades natalinas no meu querido Planeta Natal – Aquarius. Foi algo muito forte, muito presente, muita árvore, ai pensei Lá em Aquarius não tem árvore, lá o tempo real não existe, logo, este convite de meu retorno, era a meu ver no mínimo fajuto.
    Sofri muito, durante a espera, visto saber que lá a possibilidade da existência do natal é algo totalmente impossível. Finalmente, como combinado, a nave a me esperar, já acostumado, entrei na cápsula, ou seja, no desmaterializador da matéria e fui para o bóson negro e ainda pude sentir a nave a mil vezes acima da velocidade da luz, como já estava desmaterizado, nem me preocupei com a teoria de Albert Einstein, pois eu era somente um porção de íons.
    Chegando lá, pelo retroversor gravitacional, ganhei o meu formato habitual e o novo chip. Os irmãos gritavam é natal, é natal é natal, Pensei, o chip que colocaram em mim não deve está funcionado, pois este tipo de memória pertence aos terráqueos, jamais aos aquarianos.
    O Instrutor foi logo ordenando, tragam o papai Noel para a ceia natalina entrei na fila como de costume e. trouxeram um espécie de caixote, com o Papail Noel, para a minha surpresa, o papai Noel existindo de verdade, num natal de verdade. Parecia uma alucinação, será que os humanos estão colonizando Aquarius. Foi o que me veio no pensamento, porém como já é sabido, nós Aquarianos não pensamos, foi somente um refluxo químico da memória terrestre.
    O Instrutor de ordem, disse: este ano nós temos natal como se fazem no planeta terra, inclusive o papail Noel, tragam o papai Noel e apresentem a sociedade aquariana, e o irmão apresentou ao papai Noel para todos nós. Eu, como sempre, não me contive, perguntei:como é o nome do nosso papai Noel ? O instrutor disse é o GRAJ -1 uma bactéria que existe em abundância no Lago Mono na Califórnia, no Planeta Terra.
    Eu fiquei logo emocionado, se bem que em Aquarius, não existe emoção e gritei, tragam o fósforo para acender a vela da ceia natalina.
    O Irmão a lado disse: comporte-se, você não está no Planeta Terra, fiquei preocupado e perguntei o que eu fiz de errado? – Você falou em fósforo. Aqui não existe fósforo. E como vocês chamam fósforo aqui – Esqueceu irmão – esqueci – Arsênio.
    (*) Procurar na web

  • Luiz Domingos de Luna

    Educação – Um edifício em construção.
    Luiz Domingos de Luna*
    No tapete da existência, a humanidade ruma, numa estrada infinita, renovada a cada geração, a corrente da civilização, a cada etapa, uma porção de conhecimento, cera básica para a harmonização da convivência dos seres humanos no espaço tempo.
    Não existe civilização sem conhecimentos, assim, quanto maior for o acúmulo de conhecimentos mais elaborado o processo de civilidade, e por extensão, a difusão deste, em ritmo acelerativo, forma o painel de coesão da totalidade, do conjunto, onde o progresso afirmativo é diluído em toda a textura sociológica, todo o mapa social é constituído de solidez, de consistência para a untação de valores que formam as colunas básicas da sociedade; logo a plataforma social deve ser constituída de uma amálgama forte e consistente o suficiente para: o todo compor as partes na amplitude geral.
    A Educação é um agente provocador de mudanças, numa dimensão interna, imperceptível inicialmente, pois é sempre o choque entre a convicção da leitura de mundo, já devidamente enraizada, sobre o pôster amostral da existência e a nova objetiva a que vem iluminar, para uma visão mais ampla, no compasso limitado de cada um.
    A Educação é um processo, e como todo, depende da ação anterior, do durante, e do posterior, se o processo nasce errado, dificilmente se chega ao acerto, pois como o próprio nome diz, é tão somente uma continuidade de acertos ou de erros. Assim qualquer falha no processo toda a seqüência está fadada ao fracasso, bem como a continuidade de acertos, somente poderá culminar com o sucesso pleno.
    A Educação pressupõe aptidão, todo sociedade apta a educação é uma sociedade desenvolvida, desde que, se entenda como aptidão, uma sede intelectual, uma motivação interna, uma vontade de dar o salto entre o conhecimento distante ao gosto de tê-lo aprisionado as equações dos já existentes, para que, já na intimidade do ser de cada um, a certeza de que, estas novas equações advindas do processo educacional é luz para si, para a família, para a sociedade, para o mundo e para a vida.
    (*) Procurar na web

  • Luiz Domingos de Luna

    Pedagogia do Absurdo
    Luiz Domingos de Luna*

    A massa do conhecimento é a ferramenta básica para a construção da civilização, assim quanto maior for à absorção, maior a possibilidade de aptidão da sociedade ao aprimoramento no convívio interativo, e, por conseqüente o desenvolvimento de uma Cidade, Estado ou País.

    O Conhecimento é uma grandeza imaterial que é absorvida no espaço social, ou em instituições específicas para tal fim. Pelos dados amostrais existem varias escolas, inclusive a escola que fornece o conteúdo epistemológico.

    A fusão do saber corrobora as novas tecnologias como instrumento a construção do edifício deste patrimônio imaterial necessário a civilidade, a evolução e ao crescimento afirmativo de toda conjuntura imersa no espaço tempo.

    O Modelo Mental ao aprisionar o novo, via novas ofertas disponíveis, na verdade está tão somente recebendo equações que foram questionadas, analisadas, provadas cientificamente e hoje projetadas de forma massificada e disseminadas com rapidez e precisão mo mundo on-line. Um avanço de valia maior, onde toda sociedade ganha e tudo fica muito próximo, assim o conhecimento não mais privilégio de alguns, vez estar disponível na internet a toda sociedade a um clik, tudo se abre, é uma chave mágica, linda, oportuna e necessária para a formação integral do ser humano em sociedade.

    Cria-se um imbróglio generalizado, quando se coloca a internet como um fim, e o ser humano como o meio, pois nesta postura pensamental o humano vai buscar o conhecimento na sua caixinha mágica, muitas vezes se contenta com os dados superficiais, pensando ter o conhecimento integral, ora há uma distancia de anos luz a totalidade, a pesquisa dos dados amostrais precisa ser intensa diversificada, ampla, infinitamente ampla, após análise do vasto material disponível uma amplitude de visão cognitiva apurada com a criticidade, com a problematização e destilação das amostras colhidas.

    Sem esse processo, muitas vezes cansativo, oneroso ao tempo, ao desgaste mental, a penitência do filtrar bem positivamente, intensamente, ao olhar claro, fundo e largo, está se construído uma nova pedagogia: a Pedagogia do Absurdo!
    (*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora –Ceará.

  • http://www.facebook.com/WadiSajidVittorino Leandro Vittorino

    Eu amo secondlife.